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Novidades do mercado mundial de tecnologia

Informação precisa e sem rodeios 

IBM

Para não ficar de fora desse mercado a IBM vêm adquirindo empresas para aprimorar sua plataforma MobileFirst, que atualmente é formada acima dos produtos Worklight e Cloudant.

Na prática, são plugins e frameworks integrados ao Eclipse, incluindo bibliotecas (SDKs) para seus serviços em nuvem (IBM Mobile Cloud Services). A abordagem permite desenvolvimento nativo e híbrido, mas não há framework ou técnica onde seja possível reaproveitar o código-fonte gerado para gerar aplicativos multiplataforma de forma nativa. Isso significa que existem ferramentas diferentes para o desenvolvimento de cada front-end, e elas não são intercambiáveis entre si, aumentando custos e a complexidade de qualquer projeto.

A IBM apareceu muito bem posicionada no quadrante “líder” do relatório do Gartner, pois sua estratégia permite integrá-la a outros produtos da IBM permitindo fechar todo o ciclo de ALM. Mas é preciso considerar que é necessário desembolsar muito para adquirir todas as demais ferramentas, e integrá-las ao um fluxo de desenvolvimento contínuo corporativo não é uma tarefa das mais fáceis - exige o acompanhamento contínuo de serviços de consultoria especializada nessas abordagens.

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RAD Studio

A principal oferta é o RAD Studio XE8, que contém as versões modernas do C++ Builder e Delphi, onde são utilizadas as linguagens Object Pascal ou C/C++ para a geração de aplicativos verdadeiramente nativos para Windows (desktop), Windows tablets (Microsoft Surface Pro), Mac OS X (desktop), iOS (iPhone, iPad, iPod) e dispositivos Android.

É uma das únicas ferramentas que disponibilizam compiladores para a geração de código 100% nativo, e por isso é classificado como “verdadeiramente nativo”, pois não é preciso utilizar máquinas virtuais ou middleware para executar o aplicativo nas plataformas de destino, possibilitando o maior desempenho possível disponibilizado pelo hardware do dispositivo em uso.

Além do desempenho superior, essa arquitetura permite utilizar todos os recursos de cada plataforma - não há limites. Tanto na camada de apresentação quanto nos serviços de backend é possível interligá-lo a tudo, incluindo tudo que existe nos dispositivos, nos servidores Microsoft, nos serviços existentes em nuvem e a todos os bancos de dados existentes no mercado.

Outra exclusividade dessa plataforma é que ela é a única que possibilita reutilizar 100% do código desenvolvido para todas as plataformas de destino. O “segredo” é seu modelo de interface gráfica desenvolvida sob o framework “FireUI” que possibilita projetar uma interface gráfica única para todos os diferentes dispositivos, permitindo também realizar ajustes ou diferenciações para cada plataforma.

Um dos destaques é que essa abordagem é mais que uma plataforma de “cross-mobile” – ela é “multiplataforma”, pois permite gerar aplicativos para desktop (Windows e Mac OS X). A ferramenta possibilita também desenvolver e entregar aplicativos nativos para dispositivos vestíveis (wereables) e para IoT (Internet of Things).

O Gartner enquadrou esse fornecedor na categoria de “nicho” porque entendeu que esse fornecedor não ofereceu uma plataforma de testes na nuvem e nem um serviço backend para dispositivos mobile. Na verdade os consultores do Gartner estão desinformados - essa oferta existe sim através do Embarcadero Enterprise Mobility Services.

Para utilizar o RAD Studio é necessário adquirir licença de uso, não existindo modalidade gratuita para pequenas empresas, dificultando sua popularização. A resposta da Embarcadero para modificar essa questão foi o lançamento de outro produto, o AppMethod, que na verdade é uma versão específica do RAD Studio que contempla modelos de licenciamento com mensalidades mensais ou anuais, de forma semelhante ao concorrente Xamarin.

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Visual Studio

A Microsoft mudou toda a sua estratégia de “plataforma Windows” para uma oferta multiplataforma, incluindo a oferta de seus serviços e produtos nas plataformas de fornecedores concorrentes como Apple (iOS), Google (Android) e Linux.

Através da oferta de serviços em nuvem Microsoft Azure App Service, que já está em posição de liderança, recomendam o uso do Visual Studio como ferramenta principal de desenvolvimento contemplando uma abordagem multi-arquitetura: ASP.NET com HTML5 para desenvolvimento WEB, C# com Xamarin para desenvolvimento parcialmente nativo, C++ para geração de código verdadeiramente nativo, PhoneGap/Cordova para desenvolvimento híbrido, entre outros.

.NET Foundation

Além disso, a Microsoft vem transformando suas bibliotecas de desenvolvimento em software-livre através do .NET Foundation, uma entidade que criada para promover a inovação aberta sob a plataforma .NET.

Importante ressaltar que existe a possibilidade natural de a Microsoft comprar a Xamarin para aumentar a amplitude de sua estratégia “Universal Windows Platform (UWP)”, onde a soma das ferramentas de ambos os fornecedores possibilitará enquadrar a Microsoft no quadrante “líderes” do relatório do Gartner.

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Xamarin

A plataforma Xamarin contempla um framework para desenvolvimento multiplataforma que utiliza o framework open-source Microsoft .NET sob linguagem C#, possibilitando reaproveitar até 90% do código-fonte para compilar aplicativos para iOS, Android, Windows Phone e Mac OS X.

No formato mais tradicional a camada gráfica precisa ser programada de forma separada para cada plataforma de destino (uma “activity” para Android, uma “view” para IOS e um XAML para Windows Phone). Atualmente estão oferecendo uma técnica melhor, através dos componentes “Xamarin.Forms”, onde é necessário apenas “declarar” a interface gráfica de forma padronizada para cada plataforma e o framework encarrega-se de renderizar para os respectivos controles nativos de cada plataforma, reduzindo o esforço de programação e aumentando o percentual de reaproveitamento de código.

Enquadra-se na arquitetura nativa, mas na prática a entrega é nativa apenas para os sistemas operacionais da Microsoft que contemplam o runtime do .NET. Nas outras plataformas a entrega do aplicativo utiliza uma máquina virtual (runtime .NET) automaticamente incorporada ao aplicativo para executar código .NET gerenciado nas plataformas que não são Microsoft. Portanto, o correto é considerá-la “parcialmente nativa”.

Nos últimos meses a Xamarin vem formalizando parcerias com a Microsoft, Oracle, IBM e SAP, e recentemente a Microsoft começou a distribuir na instalação padrão do Visual Studio uma versão limitada da Xamarin que irá estimular a adoção da plataforma por milhares de desenvolvedores.

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Gartner

Ontem o Gartner publicou a atualização do seu relatório anual Magic Quadrant for Mobile Application Development Platforms (MADP).

Analisamos o relatório deste ano contra os relatórios dos dois anos anteriores e a tendência por nós identificada vem sendo confirmada: as empresas que estão mobilizando seus processos de negócios cada vez mais preferem ferramentas de desenvolvimento que exigem o mínimo de esforços de codificação (tendência à estratégia multiplataforma), que atinjam as plataformas predominantes do mercado internacional (Windows, iOS e Android) e que possibilitem entregar aplicativos com o melhor desempenho possível (tendência ao nativo).

Segundo nossa avaliação, os 10 melhores fornecedores de plataformas de desenvolvimento de aplicativos móveis são:

  • Embarcadero
  • Xamarin
  • Microsoft
  • Kony
  • IBM
  • SAP
  • Adobe
  • Appcelerator
  • Oracle
  • Salesforce

Nas próximas publicações iremos apresentar as principais características dos produtos desses fornecedores.

Os fornecedores abaixo não foram enquadrados entre os 10 melhores por conter limitações, apesar de terem obtido pontuação suficiente para classificá-las dentro dos 20 fornecedores incluídos no gráfico elaborado pelo Gartner:

  • Appian
  • Backbase
  • ClickSoftware
  • DSI
  • Globo
  • Mendix
  • MicroStrategy
  • Pegasystems
  • Progress Software (Telerik)
  • Zebra

Os fornecedores a seguir não conseguiram chegar a uma boa pontuação na análise realizada pelo Gartner:

  • Alpha Software
  • Amazon
  • ApiOmat
  • Appery.io
  • AppGyver
  • Apple
  • AppsFreedom
  • Appzillon
  • Asial Monaca
  • Axway
  • Bizmatica
  • Branding Brand
  • Built.io
  • Catavolt
  • EachScape
  • FSI
  • Good Technology
  • Google
  • Gupta
  • Iexceed
  • Instant Developer
  • Kii
  • Kinvey
  • L&T Infotech
  • Mi-Corporation
  • Modomodo
  • Neosperience
  • Nexaweb
  • OutSystems
  • Pivotal
  • Red Hat
  • Reddo Mobility
  • Retriever
  • Sencha
  • Smartface
  • Unvired
  • WaveMaker
  • WebRatio
  • Zetes

MADP - Classificação de arquiteturas

10 Agosto 2015
Publicado em Análises
Assuntos:
Classificação de Arquiteturas

A oferta de plataformas de desenvolvimento de aplicativos móveis (MADP - Mobile Application Development Platforms) vem sendo ampliada a cada ano. Conheça abaixo a classificação utilizada para diferenciar esses produtos.


Nativa

Nesta classe devem ser consideradas apenas as ferramentas que geram código nativo para as plataformas de destino:

  • iOS (iPhone, iPad, iPod e Apple Watch): o sistema operacional foi escrito em C/C++ e as linguagens de programação predominantes para a entrega de aplicativos nativos são Objective-C, Swift e C++. Existem também plataformas que geram código nativo escrito em Object Pascal;

  • Android: o sistema operacional foi escrito em C/C++ e a plataforma utiliza como padrão classes Java para utilização na camada de aplicativos. Portanto, apenas para esta plataforma o Java pode ser considerado “nativo”. Código escrito em Object Pascal pode ser considerado nativo neste caso, pois gera código nativo com desempenho muito próximo ao C++;

  • Windows Phone: o sistema operacional foi escrito em C/C++ e linguagem de programação predominante para a entrega de aplicativos nativos é o C# (plataforma Microsoft.NET);

  • BlackBerry: com market share de 0.4% e em redução, não é mais necessário considerar essa plataforma na avaliação de adoção de ofertas MADP;

  • Firefox OS: com market share de 0.0%, ainda não é necessário considerar essa plataforma para a adoção de ofertas MADP;

Atenção: Existem campanhas de marketing que utilizam o termo “nativo” quando tecnicamente suas ferramentas não permitem a compilação de aplicativos integralmente nativos em todas as plataformas. É bom questionar melhor esse requisito em um processo de aquisição para evitar comprar gato por lebre.


Web (Mobile)

Nesta categoria podemos incluir qualquer ferramenta que permita o desenvolvimento de sites adaptáveis e responsivos a dispositivos móveis, utilizando somente padrões WEB e recursos accessíveis pelos browsers que funcionam nestes dispositivos.

Na prática, todas as empresas acabam migrando para arquiteturas mais aderentes aos dispositivos móveis (nativa, híbrida ou multi-arquitetura), pois o desempenho e a experiência de uso dos aplicativos nativos são perceptivelmente melhores quando comparados contra páginas WEB.


Híbrida

Nesta abordagem a técnica é prover a interface gráfica através de padrões WEB utilizando um conjunto de extensões (plugins) como forma de desviar das limitações existentes nos padrões do HTML5.

Na prática essa arquitetura contempla a utilização de um container WEB para apresentar conteúdo criado com HTML e CSS, convivendo com a invocação de plugins através de código Javascript.

Essa abordagem costuma apresentar desempenho inferior e limitações em termos de fidelidade aos padrões de referência de qualidade das plataformas de destino. Inclusive, é imprescindível a realização de testes sob todos os dispositivos de destino e suas diferentes versões, pois a renderização do HTML/CSS entre os diversos modelos costuma apresentar variações.

A principal preocupação desta arquitetura é a realização de testes visando atingir o maior número possível de variações de dispositivos Android, pois não existe um padrão bem definido e está fragmentado em 24 mil modelos disponibilizados por 1,3 mil fabricantes (dados de agosto/2015). A descoberta tardia do “sumiço” de componentes visuais (botões, por exemplo) e de erros de Javascript em plataformas não testadas costuma exigir tempo adicional para a descoberta, depuração, correção e ajustes nos aplicativos disponibilizados.


Multi-arquitetura

É quando a abordagem permite não utilizar apenas nativo, Web (Mobile) ou híbrido, e sim permitir o uso de duas ou mais arquiteturas.

Apache Cordova

O Apache Cordova é um framework para desenvolvimento híbrido de aplicativos móveis que está baseado na utilização de HTML, CSS e JavaScript. Sua arquitetura contempla a utilização de um container WEB para invocar chamadas a plugins através de Javascript, visando desviar das limitações existentes dos padrões WEB (HTML 5).

Pontos positivos:
  • É open source e é gratuito;
  • Por ser open source e gratuito, este framework foi incorporado em dezenas de ferramentas de criação de aplicativos de outros fornecedores;
  • Por utilizar linguagens populares como HTML, CSS e JavaScript esse produto permite uma baixa curva de aprendizado para desenvolvedores WEB;
Pontos negativos:
  • O uso do Cordova costuma requerer atenção especial para testar as funcionalidades das extensões (plugins), visando cobrir as centenas de variações de modelos e versões de dispositivos Android;
  • Inclusive, só o fato de o usuário modificar o browser padrão na plataforma Android já é um fator que costuma gerar defeitos no aplicativo;
  • Este framework não possibilita a criação de aplicativos verdadeiramente nativos e seu uso é limitado aos plugins existentes (status de bateria, acelerômetro, câmera, contatos, geolocalização, entre outros).

Apesar da alta popularidade, este framework ganhou uma má reputação no mercado, pois são muitas as queixas da baixa qualidade dos aplicativos gerados com essa plataforma, especialmente no quesito de experiência do usuário (UX) e do baixo desempenho (baixa velocidade de resposta ao interagir com os aplicativos). A Adobe vem respondendo com a oferta do PhoneGap Enterprise, e é de se esperar melhorias nesse produto.

O LibreOffice versão 5 foi lançado!

05 Agosto 2015
Publicado em Novidades
Assuntos:
LibreOffice 5

O LibreOffice é uma suíte de aplicativos gratuita, um dos melhores substitutos ao Microsoft Office, utilizado tanto para fins domésticos quanto em ambiente empresarial. O LibreOffice surgiu como uma ramificação do OpenOffice, que, por sua vez, é oriundo do StarOffice.

As principais novidades são:

  • Compatibilidade com o Windows 10;
  • Melhor, mais rápido e mais estável;
  • Agora existe também uma versão compilada para arquiteturas Windows de 64 bits, permitindo maximização do desempenho;
  • Nova remodelagem gráfica com novos ícones, melhorias nos menus e de usabilidade;
  • Melhorias nos filtros de importação e exportação para Microsoft Office, PDF, RTF, entre outros, visando uma maior fidelidade dessas conversões.


LibreOffice

Link para o download do LibreOffice versão 5:
https://pt-br.libreoffice.org/baixe-ja/libreoffice-novo/

Atenção!

Essa versão destina-se a usuários avançados, pois a suíte LibreOffice é muito sensível às constantes evoluções dos sistemas operacionais. Inclusive, uma pequena parte das funcionalidades dependem da instalação de máquinas virtuais Java, exigindo a instalação de versões compatíveis nos computadores de destino.

Para utilização empresarial, prefira a última versão que é considerada estável (versão 4.4.5), ou contate a Basconero para conhecer o serviço de consultoria, integração do LibreOffice a sistemas empresariais e suporte estendido do LibreOffice.

O plugin Java foi finalmente bloqueado no Chrome. Esta é uma ação planejada desde 2013, seguindo uma tendência de indústria de remover o Java dos principais browsers do mercado, pois esses plugins são os principais fatores de insegurança, mal funcionamento, lentidões e travamentos.

A consequência é a exibição da mensagem "Este plug-in não é suportado" a partir da versão 42 do Chrome, distribuído a partir de abril de 2015, desabilitando o suporte a applets Java e aos obsoletos plugins NPAPI.


Chome


O Internet Explorer 11 foi a primeira versão a não permitir plugins em seu navegador, isso quando ele é executado em modo de interface moderna no Windows 8. Inclusive, plugins nunca foram permitidos nos browsers dos dispositivos móveis, e o browser Mozilla já está dificultando a ativação destes plugins para no futuro desativá-los completamente. Nesta lista entra também o novo browser da Microsoft, o Spartan Project, que não permitirá o uso de applets Java para torná-lo um dos browsers mais rápidos, seguros e sofisticados do mercado.

As empresas precisarão substituir seus componentes Java (ou Silverlight) por soluções nativas. Uma das maiores necessidades estão nos componentes de reconhecimento de cartão inteligente (smart card) ou de tokens para o armazenamento de certificados digitais, que precisam ser utilizados para a autenticação em sites e serviços para realizar operações de assinatura digital.

A Basconero oferece uma das melhores soluções, pois desenvolveu um complemento de assinatura digital nativo para o Chrome que é adaptado às necessidades das empresas mediante seu serviço de consultoria.

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Os desenvolvedores do Dropbox comentaram as vantagens de utilizar uma abordagem de desenvolvimento multiplataforma em uma palestra no Facebook Developers.

Antigamente o framework do Dropbox era escrito em duas linguagens distintas, uma para iOS (Objective-C em Xcode) e outra para Android (Java 5 sob Eclipse). Os principais inconvenientes desta abordagem eram:

  • O desenvolvimento e a manutenção tinham custo dobrado;
  • As equipes escreviam e corrigiam os mesmos bugs diversas vezes, e em linguagens diferentes;
  • Os defeitos eram reportados para uma plataforma específica e não costumavam ser reportados para a outra plataforma, criando retrabalho;
  • Os aplicativos apresentavam diferenças em seus comportamentos;
  • A otimização de desempenho era custosa e muita específica da plataforma, especialmente no Android;
Dropbox

A estratégia adotada pelo Dropbox para resolver esses problemas foi criar uma biblioteca multiplataforma (cross-platform no idioma Inglês) escrita em uma única linguagem. Os dois desenvolvedores descreveram esta abordagem como bottom-up - ao contrário de uma abordagem top-down, onde seria favorecido o uso de uma linguagem mais abstrata, seja HTML5 ou JavaScript.

"Este tipo de abordagem costuma falhar por não entregar o desempenho esperado" - Poletto e Beausoleil.

Agora o Dropbox está lidando com apenas uma base de código compartilhada entre as plataformas iOS e Android, permitindo utilizá-la também futuramente em plataforma Windows. Os benefícios desta nova abordagem são:

  • Traz uma maior colaboração entre as equipes iOS e Android;
  • Os bugs são encontrados antes e corrigidos simultaneamente para as duas plataformas;
  • As otimizações de desempenho beneficiam ambas as plataformas, simultaneamente;
  • É possível otimizar o processo de beta teste do Android para testar também o código que irá para o iOS, com as vantagens de estarem aptos de realizar correções imediatamente sem esperar pela revisão do processo da App Store.

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